Concede-me, vida!
Celebrar o poder de habitar sofisticadamente as dependências de paredes macias de um amado coração.
Concede-me também regalar-me com a lúcida certeza de que viver vale a pena sempre, seja como for.
Concede-me fazer a leitura da minha história, apesar de não compreendê-la a fundo.
Me permite fazer uma releitura?
Mudar umas cores, umas figuras e palavras ditas e não ditas.
A culpa não é minha totalmente.
São os mistérios inerentes a mim, pois lembro que sou humana e que tenho outro lado que não conheço. Ele é presente, mas nem tão visível.
E transforma-se em tentação descobrir-me em armadilhas que me preparam o momento.
04/2006
Celebrar o poder de habitar sofisticadamente as dependências de paredes macias de um amado coração.
Concede-me também regalar-me com a lúcida certeza de que viver vale a pena sempre, seja como for.
Concede-me fazer a leitura da minha história, apesar de não compreendê-la a fundo.
Me permite fazer uma releitura?
Mudar umas cores, umas figuras e palavras ditas e não ditas.
A culpa não é minha totalmente.
São os mistérios inerentes a mim, pois lembro que sou humana e que tenho outro lado que não conheço. Ele é presente, mas nem tão visível.
E transforma-se em tentação descobrir-me em armadilhas que me preparam o momento.
04/2006
Um comentário:
“O Amor é o clima do Universo. É a religião da vida, a base do estí¬mulo e a força da Criação. Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade. Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos. Com ele, tudo se aclara. Longe dele, a sombra se coagula e prevalece. Em suma, o bem é o Amor que se desdobra, em busca da Perfeição no Infinito, segundo os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.
Francisco Cândido Xavier
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